Com base num “estudo de caso de uma criança, agora com 24 meses, que foi diagnosticada aos 10 meses de idade com síndrome de Wiskott-Aldrich”, a enfermeira Milene Pereira resumiu o conteúdo do póster, apresentado na 43.ª edição da Reunião Anual da EBMT.
“Este trabalho procurou identificar as principais intervenções da Enfermagem. Para tal, traçamos o percurso desta criança, desde a primeira consulta de Enfermagem até 100 dias após o transplante”. Com este trabalho demonstrou-se que “a Enfermagem teve um papel central na preparação da criança para transplante hematopoiético”.



























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